sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

1º FISGO – Festival Internacional de Solos em Goiás

Goiânia recebe, no mês de Fevereiro, o
1º Festival Internacional de Solos em Goiás, com a presença de ilustres artistas mundiais do Teatro, do Circo, da Dança e da Música...
 






Em sua primeira edição, o evento homenageia dois grandes nomes das artes cênicas mundiais: o ator Júlio Adrião que, com o espetáculo "A Descoberta das Américas" conquistou diversos prêmios no Brasil e no mundo, e o autor do texto desta mesma obra, o comediante italiano Dario Fo, que faleceu em outubro de 2016 .
 
No mês de fevereiro, entre os dias 08 e 18, o Teatro SESC Centro recebe o 1º Festival de Internacional de Solos em Goiás. O evento foi concebido pelo ator Bruno Peixoto, do Teatro GTI, e conta com recursos do Fundo de Arte e Cultura de Goiás. Também são parceiros: F2 Produções; Plano V Eventos e Cultura; WD Som e Iluminação; e o SESC Goiás.

Teia de trama forte
 
Com uma agenda de 12 espetáculos, sendo 3 internacionais (México, Colômbia e Argentina), 5 nacionais (RJ, DF, SP e SC) e 4 goianos, uma programação que conta com artistas como Letícia Sabatella, Guido Campos Correa, Andrea Padilha, Victor Avalos, José Regino, Angélica Nieto, e com espetáculos e shows que vão do drama à comédia, passando pelo teatro para bebês e pelo teatro ritual, e chegando até a dança contemporânea, o FISGO tece uma trama de ricos fios do universo cênico contemporâneo.
 
O Festival Internacional de Solos em Goiás transforma Goiânia, durante seus 10 dias, em um oásis para artistas que desenvolvem trabalhos de maneira solo, criando ambiência para o debate, para a apreciação, para o aprendizado de novas técnicas, de trabalhos que pensam na cena sendo preenchida por um único intérprete ou performer.
Provocar a interação e o diálogo entre artistas locais, nacionais e internacionais, garantir formação de público e de artistas, amparados na apreciação e na participação em oficinas e aulas, são parte desta empreitada.
 
O FISGO é também um projeto que pretende se tornar perene na agenda cultural do estado, contemplando principalmente os primeiros meses do ano, que para a produção cultural são meses de pouca circulação de conteúdos.


Quebrando Paradigmas
 
Não se tratam de espetáculos com grandes cenários. Não estão sendo convidados elencos numerosos e corais majestosos. Não haverá trocas e mais trocas de figurinos, de maquiagens, de próteses, com palcos giratórios e shows pirotécnicos de iluminação. Não é nada disso que irá encantar o espectador de Goiânia nesses 10 dias de espetáculos minuciosamente escolhidos. Trata-se de mostrar ao grande público o preciosismo e o esmero de trabalhos e de artistas que optaram por desenvolver uma obra de forma individual, e que para isso tiveram que quebrar preconceitos e paradigmas. Trata-se de colocar em cena o que há de mais visceral na representação de um ator: sua solitária busca pela empatia do público.
 
Segundo o coordenador geral do FISGO, o ator Bruno Peixoto, existe sim uma marginalização do formato solo ou do monólogo: “Os espetáculos solo sofrem certo preconceito, principalmente por um senso comum, de que a presença de um único intérprete torna a obra entediante. Normalmente isso ocorre porque a pessoa tem algum tipo de experiência que não foi satisfatória, já que esse tipo de trabalho realmente precisa ser feito com muita dedicação e muita força, pra poder encantar e seduzir o público.
E ele precisa ser redondo, precisa ser feito com muita profundidade, pra que as pessoas realmente tenham uma experiência estética favorável pra esse tipo de formato. É isso que queremos trazer pro nosso público. Trabalhos que garantam essa experiência impactante, e amistosa, do ponto de vista da apreciação.”

Júlio Adrião – o homenageado
 
Julio Adrião, 1960, é carioca, ator, produtor e diretor teatral. Formado pela CAL em 1986, trabalhou seis anos na Itália com o Teatro Potlach e outras companhias. De volta ao Brasil, em 94, dirigiu o espetáculo de circo-teatro Roda Saia, Gira Vida do Teatro de Anônimo – Prêmio Mambembe de melhor espetáculo 1995 - e a ópera cômica O elixir de Amor, de Donizetti, na escola de música da UFRJ, com direção musical de Ernani Aguiar. Integrou o trio cômico Cia. do público desde a sua formação até 2002, quando realizaram Ruzante.

O espetáculo A Descoberta das Américas contabiliza 11 anos de estrada. Desde sua estreia em 2005 no Rio de Janeiro, já percorreu mais de 100 cidades no Brasil, mais de 15 no exterior, fez mais de 500 apresentações e teve cerca de 250 mil pessoas de público.

Júlio Adrião recebeu o Prêmio Shell de Melhor Ator e a peça foi eleita pelo jornal O Globo como uma das dez melhores do ano. De lá para cá, A Descoberta das Américas já esteve em inúmeros países e festivais. Em 2012, representou o Brasil em Londres, no CASA Latin American Theatre Festival, se apresentou no FITO – Festival Internacional de Teatro da cidade de Ourense, na Espanha. Em Portugal esteve na Mostra Luso Brasileira (em Coimbra), no Festival Internacional de Teatro de Expressão Ibérica (FITEI) e antes disso, brilhou no festival MITO, realizado na cidade de Oeiras.







Acompanhem todos esses dias de pura arte e conceito..... aproveitem!!!!

SERVIÇO:
 
Teatro/Musical:
1º FISGO – Festival Internacional de Solos em Goiás
 
Datas: 8 a 18 de fevereiro de 2017
Local: Teatro SESC Centro (Rua 15 c/ Rua 19, Centro). Tel.: 62 3933-1700.
 
Ingressos normais: R$ 7,00 comerciários e dependentes / R$ 20,00 inteira / R$ 10,00 meia-entrada / R$ 7,00 conveniados com carteira do SESC
 
Ingresso diferenciado para o espetáculo Ternas Experimentações: R$ 70,00 inteira / R$ 35,00 meia / R$ 40,00 comerciários.
 
Venda: Bilheteria do Teatro SESC Centro ou https://www.bilheteriadigital.com/teatrosesccentro
Mais informações: 62 3933-1700.
 
 Assessoria de imprensa: Ana Paula Mota
(62) 99941 – 5464 (Whats App)

 

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Yuri na estréia do BBB17??!!! Como assim...



Treino e estréia do BBB17?  Que história é essa?!
Calma pessoal, ele não voltou para a "casa mais vigiada do Brasil"  :)

É que dia 23 de janeiro, Yuri Fernandes estará no Jump Mania, um lugar único e exclusivamente projetado para muita diversão e entretenimento.
Com doses de adrenalina, aventura e liberdade, você vai fazer um treino leve, assistir a estréia do BBB17 e se divertir ao lado do Yuri :)

Vai ser irado!!!  Então se liga, todo mundo convidado dia 23 de janeiro,  às 21 horas, no Shopping Passeio das Águas (Piso 1, Av. Perimetral Norte, Goiânia, Goiás).

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Banda TNY no Rock




A Banda TNY completa 25 anos de estrada e começa comemorando com show.... Rock, foi a casa escolhida pra iniciar o ano, um espaço criativo que preza por boa música e sua diversidade, com bebidas e gastronomia diferenciada.

Quando surgiu em 1992, a então TNYFBB (The Not Yet Famous Blues Band), era fruto de um desejo do professor André Mols de tocar blues  e blues/rock, mostrando um pouco mais deste gênero que tinha, naquela época, poucos representantes no Brasil. Primeira banda de blues do estado de Goiás e uma das primeiras do Centro Oeste Brasileiro, a banda foi pivô de um intenso intercâmbio com artistas de outras partes do Brasil, colocando Goiânia no mapa do blues brasileiro.

Os grandes destaques da carreira da banda ficam por conta, entre outros eventos e festivais, da abertura de show banda Deep Purple em Goiânia, além de apresentações no Bourbon Street Music Club, em São Paulo e destaque também a participação em 2005 no Grammy Latino, em Los Angeles tocando para 2000 convidados.

Com um repertório especial de blues e rock, The Not Yet começa 2017 com energia total!



Serviço:
Show dia 28 de janeiro 2017
Hora - 21h
Local - Rock rua 09, St Marista
Ingresso - R$15,00



Foto - Anne Vilela

Romeu e Julieta de William Shakespeare, com uma nova roupagem!!!


Você ainda não viu????



N
ão se preocupe se você ainda não viu.....de 23 a 31 de janeiro em Goiânia, vem novamente a temporada de casais apaixonados
e amores jovens e impossíveis.

O Teatro SESC Centro recebe o espetáculo E[cs]xtas[y]e – Uma história de Romeu e Julieta.
A obra tem a direção de Wellington Dias e foi criada a muitas mãos. Com um elenco de 14 (quatorze) pessoas - todos jovens e com vastos talentos de uma nova geração de artistas -, músicas originais, figurino atemporal, espaço cênico multidimensional, a montagem revive cenas clássicas de uma maneira nova e ousada.

Três Romeus para Três Julietas


No musical, os papeis principais do texto de Shakespeare foram tripartidos. Separados em odes que relatam três fases de um amor: conhecimento; renovação de votos e amor eterno. A ideia original é de Antônio Amâncio Cañaes, diretor e preparador de elenco carioca, que hoje é roteirista da Rede Globo, de quem o Wellington Dias recebeu a inspiração. Na prática, o elenco se multiplica, dando vozes aos personagens de maneiras múltiplas, quebrando a linearidade natural de um começo, meio e fim já conhecidos.


Quando questionado sobre os desafios artísticos enfrentados pelo grupo no processo de releitura de Romeu e Julieta, Wellington explica: “O mote do trabalho de pesquisa foi a busca pela conexão da obra de Shakeaspeare com o mundo contemporâneo. Esse foi o maior desafio. A interpretação dos atores foi então se aquecendo pelas paixões próprias de sua juventude, pelas histórias emocionais e afetivas que eles próprios estavam vivendo. Eles tiveram que lidar com isso, e ainda encontrar os fios que os ligavam com o que o autor tinha escrito há mais de 400 anos. E foi impressionante a forma como conseguiram dialogar com esses sentimentos”.
 
Sobre o Diretor:
 
Wellington Dias é ator desde 1989, portanto há 27 anos, e diretor de teatro desde 1998, portanto há 18 anos. Neste período recebeu diversos prêmios como ator e como diretor. No cinema participou como ator nos longa-metragens: Uma Saga Brasileira de Pedro Augusto e O Tronco de João Batista de Andrade e do curta: A voz do Pirralho de Alexandre Tavares (USP-SP). Atualmente é técnico de apresentações artísticas do Sesc Centro e Conselheiro de Cultura do Estado de Goiás.
 
Em 2002 fundou com Edson de Oliveira e André Srur o Fábrica Grupo de Teatro. Suas primeiras produções foram o texto cômico Romeu e Isolda e a performance O Operário em Construção. Este último, em cartaz há 10 anos. Ambos os trabalhos foram premiados em diversos festivais. Depois de um hiato de 8 anos, o grupo está de volta com E[cs]xtas[y]e. Em sua carreira também se contabilizam suas participações como curador, jurado e debatedor dos temas ligados ao fazer teatral, convidado para eventos em todo o Brasil.
 
Ficha Técnica:


Elenco: Cadu Freitas; Christiane Fagundes; Clégis de Assis; Francis Silva; Helter Costa; Ingrid Lobo; Isabella Naves; Jéssica Moraes; Layon Berigo; Marcelo di Castro; Marcos Honda; Mariana Segger; Raquel Gabriela; Thaís Dwik ;
- Assistência de Direção e Preparação de Elenco: Edson de Oliveira
- Música: Adriana Lemes – Arranjos,  orientação vocal e teclados; Ingrid Lobo – Arranjos e guitarras; Paula Bernades – Arranjos e percussão;
- Sonoplastia: Mauro Sérgio Morais
- Combate Cênico:  Clégis de Assis
- Coreografia: Joisy Amorim e Vanderlei Roncato (Giro 8 Cia. De Dança);
- Figurinos: Raquel Gabriela; Cláudio Livas; Layon Berigo
- Caracterização -  Hairstylist: Nayara Lacerda;
- Visagismo: Pedro Souza
- Penteados e Jéssica Moraes - Maquiagens
- Cenografia: Paulinho Pessoa; Leila Finotti;
- Iluminação: Igor Souza Dias à partir da idéia original de João Bosco Amaral
- Fotos Crédito : Richardson Umbelino

 
SERVIÇO:
 
Teatro/Musical:
E[cs]xtas[y]e – Uma História de Romeu e Julieta
Fábrica Grupo De Teatro (GO)
 
Datas: 23, 24, 25, 26, 30 e 31 de janeiro de 2017 
Horários: 20h
Local: Teatro SESC Centro (Rua 15 c/ Rua 19, Centro). Tel.: 62 3933-1700.
 
Ingressos: R$ 7,00 comerciários e dependentes / R$ 20,00 inteira / R$ 10,00 meia-entrada
R$ 7,00 conveniados com carteira do SESC
Venda: Bilheteria do Teatro SESC Centro ou https://www.bilheteriadigital.com/teatrosesccentro
Mais informações: 62 3933-1700.

Gênero: teatro musical para jovens e adultos / Classificação: 10 anos
 






sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Turnê “Música de Concerto no Coração do Brasil” com Luiz Blumenschein



Entre os dias 12 a 25 de agosto, as cidades de Pirenópolis, Cidade de Goiás, Goiânia e Brasília/DF recebem a turnê “Música de Concerto no Coração do Brasil”, com o pianistas Luiz Blumenschein.

Premiado em vários concursos de piano no Brasil, Luiz Blumenschein é goiano, mas reside na Alemanha desde o ano de 1982. O primeiro show da turnê será realizado na cidade de Pirenópolis, dia 12 de agosto, no Teatro Sebastião Pompeu de Pina, às 20h. A entrada é franca.

Nesta turnê, Luiz Blumenschein lança seu mais novo trabalho: o CD Inspiração Brasileira.

SOBRE LUIZ BLUEMENSCHEIN
Natural de Goiânia ele estudou no Conservatório de Música com a Professora Heddy Wascheck e formou-se pela Universidade Federal de Goiás (UFG), na classe da pianista Belkiss Carneiro de Mendonça no ano de 1981, tendo sido premiado em vários concursos de piano no Brasil.

na Alemanha, cursou Mestrado em Piano Solo na classe das pianistas Rosa Sabater e Elza Kolodin, na Escola Superior de Música Freiburg i. Bresgau e Mestrado em Piano e Música de Câmara, na classe da pianista e reitora Fany Solter, na Escola Superior de Música de Karlsruhe. O talento para a improvisação e os estudos também possibilitaram a Luiz Blumenschein contato estreito com a dança: desde 1991 é pianista acompanhador da Escola Superior de Música e Artes Cênicas de Mannheim (Alemanha). No Brasil, é correpetidor e pianista solista do Seminário Internacional de Dança de Brasília desde 1993. Suas criações estão registradas em três CDs já esgotados. Luiz Blumenschein recebeu do Estado de Goiás a comenda da Ordem do Anhanguera.

LANÇAMENTO DO CD INSPIRAÇÃO BRASILEIRA
Nesta turnê, o pianista Luiz Blumenschein lança o CD 'Inspiração Brasileira'. Por meio deste registro que faz parte do Projeto Panorama da Música Brasileira para Piano, Luiz Blumenschein consolida um objetivo de vida que une a inspiração e entusiasmo dos primeiros anos de estudo no Brasil com a maturidade e sensibilidade da carreira internacional vivida sobretudo na Alemanha. Ao ouvir as composições de Heitor Villa-Lobos, Claudio Santoro e César Guerra- Peixe, na interpretação sensível de Luiz Blumenschein, conectamos a inspiração dos compositores à garra e determinação dos artistas que divulgaram e divulgam a música e a arte.


MÚSICA DE CONCERTO NO CORAÇÃO DO BRASIL
A Chaconne de Bach Brahms era um dedicado colecionador de manuscritos. Em 1890 foi-lhe oferecido um manuscrito da Partita em Ré Menor de Johann Sebastian Bach, datado de 1720, o que indicaria que esta peça teria sido composta na cidade de Köthen, onde Bach era o maestro da orquestra. O último movimento desta obra é a conhecida Chaconne.

À época, Brahms duvidou da autenticidade do documento que trazia caligrafia de beleza e valor sem igual. Esta partitura encontra-se atualmente na Biblioteca Nacional de Berlim.
Composta originalmente para violino solo, Brahms trabalhou a peça como um estudo e a transpôs para a mão esquerda ao piano. Com a descoberta de Brahms e o apoio do violinista Joseph Joachim, muito amigo de Brahms, a Partita em Ré Menor tornou-se conhecida e firmou-se como uma das grandes obras de Bach.


Carnaval de Viena
Schumann encontrava-se em Viena em 1839 quando compôs quatro movimentos do Carnaval de Viena. Já o quinto movimento foi concluído quando viajava de volta à cidade natal, Leipzig. Os cinco movimentos do Carnaval de Viena têm o caráter de sonata, porém foi o próprio compositor quem deu o subtítulo Fantasiebilder à obra.

A fantasia de Schumann instiga a imaginação e remete à alegria festiva do Carnaval de Viena, além de brincar com diversos temas, como por exemplo, no primeiro movimento, quando Schumann cita a Marselhesa. A primeira audição da peça aconteceu apenas após o falecimento do compositor. Foi a esposa Clara Schumann quem trouxe a obra à vida na própria cidade de Viena.


Ciclo Brasileiro
De temperamento exuberante e intenso, Heitor Villa-Lobos (1887-1959) expandiu e consolidou o nacionalismo na música de concerto do Brasil, inspirando-se na musicalidade expressa pelo povo. A brasilidade de Villa-Lobos aparece na obra Ciclo Brasileiro de forma completa: a rítmica, a sensibilidade, o humor e a vivacidade surgem a cada nota.

Composto entre 1936-1937, o Ciclo Brasileiro espelha essa brasilidade na doçura e simplicidade do plantio do caboclo, no erotismo e sensualidade das impressões seresteiras e na rítmica e intensidade da festa no sertão. Já a dança do índio branco foi considerada por Villa-Lobos como o seu autorretrato, segundo citação do pianista Arnaldo Estrela durante Festival de Música em Goiânia.


UM POUCO DE HISTÓRIA
Foi aos 17 anos que Luiz Blumenschein teve a oportunidade de ouvir a professora Belkiss Carneiro de Mendonça interpretar ao piano a Rapsódia em si menor, de Brahms. O fascínio despertado pela intensidade da música e da intérprete foi determinante para que Luiz decidisse seguir a carreira de pianista.

Dona Belkiss (1928-2005), recebeu da avó Maria Angélica do Couto Brandão, conhecida pelo apelido de Nhánhá do Couto (1880-1945), pioneira na divulgação e promoção da música erudita em Goiás, os primeiros ensinamentos ao piano e o gosto pela brasilidade. Mas foi somente em 1971, aos 43 anos, que D. Belkiss gravou seu primeiro LP pela Copacabana Discos – Panorama da Música Brasileira para Piano, com obras de Lorenzo Fernandez, Francisco Mignone, Heitor Villa-Lobos, Claudio Santoro e Camargo Guarnieri, entre outros.

Entre os 17 e 23 anos, durante o curso de bacharelado em piano solo em Goiânia, D. Belkiss apresentou a Luiz Blumenschein as obras de vários compositores brasileiros, e o incentivou a prosseguir com os estudos. O jovem estudante teve o privilégio de poder estudar no piano de concerto da professora, pessoa marcante e com quem compartilhou grande amizade.

Aliada à inspiração da professora cujo objetivo maior era divulgar a música brasileira, Luiz Blumenschein pode conhecer as estórias de grandes nomes da música erudita brasileira, pois D. Belkiss foi contemporânea de Heitor Villa-Lobos (1887-1959) e conviveu com o também compositor Camargo Guarnieri (1907-1993) e o pianista Arnaldo Estrela (1908-1980), além de muitos outros.
Para Luiz Blumenschein, a música brasileira para piano é muito rica e ainda pouco divulgada no Brasil e no exterior, até mesmo a obra de Heitor Villa-Lobos, o compositor mais conhecido. Nas suas apresentações, Luiz Blumenschein, fazendo jus à sua formação, sempre inclui uma peça brasileira.


SERVIÇO:
Primeira Cidade - Pirenópolis
Show: MÚSICA DE CONCERTO NO CORAÇÃO DO BRASIL, com Luiz Blumenschein
Datas: 12/08 – 20 horas
Local: Teatro Sebastião Pompeu de Pina
ENTRADA FRANCA
Endereço: R. Comendador Joaquim Alves - Centro, Pirenópolis - GO

Segunda Cidade - Cidade de Goiás
Data: 13/ 08 - 20h
Local: Palácio Conde dos Arcos
ENTRADA FRANCA
Endereço: Praça do Coreto, Cidade de Goiás


Terceira Cidade - Goiânia
Data: 21/ 08 - 11h
Local: Teatro Goiânia
ENTRADA FRANCA
Endereço: Av. Tocantins, centro - Goiânia
Informações: Claudinha Fernandes Produções (62) 9.9147-0563 | (62) 9.9388-9912


terça-feira, 21 de junho de 2016

Gonzagão A Lenda








Uma
das empresas líderes no mercado de meios de pagamento eletrônicos patrocina com exclusividade, a apresentação gratuita do espetáculo musical “Gonzagão – A Lenda”em Goiânia, essa empresa é A Rede.

A iniciativa é parte do circuito que teve inicio em dezembro de 2013, quando o musical foi levado pela primeira vez para a terra natal do compositor, em Exu, no interior de Pernambuco.
Agora, em sua terceira edição, Gonzagão – A Lenda esteve em Campinas (SP), Curitiba (PR) e Porto Alegre (RS). Chegando agora a cidade de Goiânia (GO).

Sobre o espetáculo

Oito atores e uma atriz se revezam no palco em uma viagem musical pela trajetória do Rei do Baião. Como em qualquer história de homem que vira mito, a vida de Luiz Gonzaga tem passagens em que as versões de seus biógrafos não convergem, em que realidade e fantasia se confundem, e o autor e diretor João Falcão se sentiu livre para tratar mais do mito do que do homem.

“É a história de Luiz Gonzaga, mas não é Wikipédia”, diz Falcão, que evitou qualquer didatismo na construção do texto, embora tenha lido vários livros sobre um dos artistas mais importantes da música brasileira, morto em 2 de agosto de 1989, cujo centenário de nascimento foi comemorado em dezembro de 2012.

Dentre as cerca de 40 canções que estão no espetáculo há sucessos como “Cintura fina”, “O xote das meninas”, “Qui nem jiló”, “Baião”, “Pau-de-arara” e sua mais célebre criação, “Asa branca”.



Nessa montagem, João Falcão apresentou um novo talento ao público: Marcelo Mimoso, que narra boa parte da história de Gonzaga no palco e canta a maioria das músicas, nunca tinha assistido a uma peça antes. Filho de sanfoneiro, Marcelo era taxista e também cantor de forró. Foi descoberto pelo diretor João Falcão numa noite em que se apresentava em um bar da Lapa. Hoje está produzindo seu primeiro CD solo.


FICHA TÉCNICA:


Texto, Direção e Roteiro Musical | João Falcão
Direção Musical | Alexandre Elias
Direção de Movimento | Duda Maia
Direção de Produção E Idealização | Andréa Alves
Cenografia e Adereços | Sergio Marimba
Figurinos | Kika Lopes
Iluminação | Renato Machado
Preparação Vocal | Carol Futuro
Arranjos | Alexandre Elias e Músicos
Sound Designer | Fernando Fortes
Visagismo | Uirandê Holanda
Assistente de Direção | João Vancini e Clayton Marques
Assistentes de Direção Musical | Beto Lemos

Elenco | Adrén Alves, Alfredo Del Penho, Eduardo Rios, Fábio Enriquez, Paulo de Melo, Renato Luciano e Ricca Barros
Apresentando | Lu Vieira e Marcelo Mimoso

Músicos
Viola, Rabeca e Pandeiro | Beto Lemos
Cello | Claudio Alves
Bateria e Percussão | Rick De La Torre
Acordeon | Marcelo Guerini

Supervisão geral | Leila Maria Moreno
Coordenação de Produção| Marcelo Chaffim
Produção Executiva| Rafael Lydio
Coordenação Técnica: Amanda Barroso

Realização | Sarau Agência De Cultura Brasileira


SERVIÇO:


Data: 25/junho (Sábado)
Local: Praça Dr. Pedro Ludovico Teixeira (Praça Cívica) – em frente ao palácio do Governo
Horário: 20h

Entrada Gratuita
Classificação: 12 anos
Duração: 90 minutos







terça-feira, 14 de junho de 2016

Workshop de Produção Cultural em Goiânia





Uma oportunidade aos interessados da área ou de quem quer iniciar uma carreira de produtor.
No curso teremos passo a passo de produção cultural e vários cases.
 

Então se prepara para a dica:

Workshop de Produção Cultural, na Vila Cultural, do dia 23 a 25 de junho. O objetivo do workshop é que os participantes aprendam sobre produção cultural com uma profissional atuante e especializada nessa área.

Tá a fim de entrar no ramo da produção de  festivais, shows, teatro, festas e tudo que se refere a eventos? Então você não pode perder essa oportunidade.

Conheça um pouquinho da Claudinha Fernandes ... que sou eu!! =) :

Produz espetáculos na área de Teatro, Dança e Música. Também coordena produções de Festivais Internacionais e Nacionais de Dança, Teatro, Cinema e Música e atua em produções de filmes, gravação de DVDs, lançamento de CDs e eventos culturais.

Ela é goiana com formação acadêmica no Curso Superior de Tecnologia em Eventos pela Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO). Possui Pós-graduação com Especialização em Produção e Gestão de Projetos Culturais pela Universidade Federal de Goiás (UFG) e Especialização em Comunicação Empresarial e Mídias Digitais pelo IPOG.

Proprietária da Claudinha Fernandes Produções que agencia com exclusividade a carreira de artistas nacionais como Yuri Fernandes, Banda The Not Yet (TNY) e a coreógrafa Naya Fernandes.

Foto Anne Vilela