terça-feira, 15 de março de 2011
Um novo estilo
BAGULHA – SCRATCH & DRUMS
Projeto formado por Múcio Guimarães (dj scratches, mixing e pandeiro) e Fred Valle (bateria e efeitos).
Como é isso???
É Discotecagem + Bateria e é essa a proposta do Bagulha, fazendo uma nova e surpreendente fusão musical.
O Dj e percussionista Múcio Guimarães que tem uma estrada de 06 anos, traz na bagagem uma infinidade de influências musicais e a experiência de já ter tocando ao lado de grandes nomes do cenário musical brasileiro e mundial.
Fred Valle é considerado um dos melhores bateristas da nova geração dos nossos músicos, pela criatividade, técnica apuradas e anos de experiência, não vamos aqui entregar a idade do "galã".Juntos, eles formam o projeto Bagulha e trazem uma linguagem musical única, agradável e sofisticada.
Samba, Soul, Jazz, Funky, Breakbeat, Rock, Reggae e muito suingue são os ingredientes dessa mistura.
A idéia do nome BAGULHA surgiu a partir da fusão das palavras: Agulha (dos discos de vinil) e Baqueta (bateria). Ambas são o link entre o músico e dj com os seus respectivos instrumentos.
Queríamos um nome brasileiro, forte e diferente.
Vale a pena conferir ..... logo postaremos o vídeo que está sendo editado, enquanto isso pode segui-los no twitter @BagulaBeat e também no facebook bagulhabeat pra acompanhar as notícias.
Já sabe precisou de um som bacana e diferenciado pode entrar em contato comigo...bjocas
Foto: Sílvio Quirino
Produção do Bagulha Beat Claudinha Fernandes
quarta-feira, 9 de março de 2011
A Princesa e o Sapo - Super Musical !!!
Vem aí o Musical Infantil dirigido por Luiz Roberto Pinheiro que será apresentado nos dias 12 e13, no Teatro Madre Esperança Garrido, depois segue em turnê nacional por Salvador, São José do Rio Preto e Brasília.
Distante do estereótipo da heroína que busca incansavelmente a outra metade da laranja, o musical A Princesa e o Sapo conta com uma princesa objetiva.
Ela batalha para se tornar uma empreendedora de sucesso e, através dessa realização, reverenciar também à memória do pai.
Essa atitude economicamente arrojada entenda, para o mundo dos contos de fadas levou o criador Luiz Roberto Pinheiro a produzir o espetáculo infantil do primeiro semestre de 2011. Após a temporada goianiense, o espetáculo segue em turnê nacional.
No roteiro estão: Salvador (BA), São José do Rio Preto (SP) e Brasília (DF).
Luiz Roberto Pinheiro divide os créditos da direção com o bailarino João Bragança, responsável pelas coreografias, e a artista Tetê Caetano, diretora de elenco. “Há algum tempo conto com a contribuição do João e da Tetê, então, dividir os créditos é o justo. Fico na coordenação geral do espetáculo”, esclarece Luiz Roberto.
O elenco de A Princesa e o Sapo evidencia 13 atores goianos. Uns já são aclamados e velhos conhecidos da cena teatral do Estado, como Isadora Castro (Charlotte Bombom), Roney Maciel (dá vida três personagens) e Júnior Sartini (príncipe Naveen); e outros lançados pela Pinheiro Produções Artísticas (PPA).
“O novo é sempre instigante, é um desafio maravilhoso colocar em cena uma estreante no papel principal”. O diretor refere-se à jovem estudante Daniela Martins, de 21 anos, intérprete da determinada mocinha Tiana e outro nome que promete fisgar o público é Neto Mahnic, o vilão Homem das Sombras.
“Eu gosto muito do desenho da Disney, pois não privilegia a evolução da computação gráfica, mas sim os números musicais. É encantador”, fala o fã confesso do longa e dos musicais da Broadway.
Fruto dessa mistura, a versão de A Princesa e o Sapo tem ainda o atrativo de ser ambientada em Nova Orleans. A cidade norte-americana é repleta de bons fluídos, magia... a boa música, excelente gastronomia, sem falar no charme das culturas afro-americana-francesa.
O diretor pontua: “É um conto de fadas contemporâneo? É, sim, mas só funciona com uma boa pitada de magia e de romance”. Tudo isso embebido em boas doses de ilusionismo e atenção especial paras as cenas de transformação do príncipe em sapo e vice-versa, cenários grandiosos e a lúdica presença da fusão de animação com atores, a cargo da produtora Mandra Filmes.
Crédito foto: SILVIO QUIRINO
Assessoria de imprensa: SEBASTIÃO VILELA DE ABREU / 8133 65 43
ROBERTO PINHEIRO / 8472 88 86 / 3225 88 86LUIZluizrobertopinheiro@hotmail.com
Com vocês, PINHEIRO PRODUÇÕES ARTÍSTICAS APRESENTA:
A PRINCESA E O SAPO - MUSICAL
Data: 12 e 13 /março / 2011 (sábado e domingo)
Horário: 17 hs
Teatro: Madre Esperança Garrido – Colégio Santo Agostinho
Endereço: Avenida Contorno, n. 63 -Centro - em frente ao Parque MutiramaFones: 3223 - 1326 / 3225 - 8886
Gênero: Musical infantil
Duração: 60 minutos
Ingresso: Inteira: R$ 50,00 e estudantes: R$ 25,00 e assinantes do jornal O Popular na compra de até dois ingressos.
Faixa etária recomendável: Crianças com idade a partir dos 3 anos.
É obrigatório apresentar a carteira estudantil atualizada e ou o cartão do assinante de O Popular na compra do bilhete e na entrada do teatro.
A PRODUÇÃO ADVERTE: NÃO É PERMITIDO FILMAR OU FOTOGRAFAR O ESPETÁCULO.E REFORÇA QUE O MUSICAL NÃO É ACONSELHÁVEL PARA BEBÊ DE COLO.
Distante do estereótipo da heroína que busca incansavelmente a outra metade da laranja, o musical A Princesa e o Sapo conta com uma princesa objetiva.
Ela batalha para se tornar uma empreendedora de sucesso e, através dessa realização, reverenciar também à memória do pai.
Essa atitude economicamente arrojada entenda, para o mundo dos contos de fadas levou o criador Luiz Roberto Pinheiro a produzir o espetáculo infantil do primeiro semestre de 2011. Após a temporada goianiense, o espetáculo segue em turnê nacional.
No roteiro estão: Salvador (BA), São José do Rio Preto (SP) e Brasília (DF).
Luiz Roberto Pinheiro divide os créditos da direção com o bailarino João Bragança, responsável pelas coreografias, e a artista Tetê Caetano, diretora de elenco. “Há algum tempo conto com a contribuição do João e da Tetê, então, dividir os créditos é o justo. Fico na coordenação geral do espetáculo”, esclarece Luiz Roberto.
O elenco de A Princesa e o Sapo evidencia 13 atores goianos. Uns já são aclamados e velhos conhecidos da cena teatral do Estado, como Isadora Castro (Charlotte Bombom), Roney Maciel (dá vida três personagens) e Júnior Sartini (príncipe Naveen); e outros lançados pela Pinheiro Produções Artísticas (PPA).
“O novo é sempre instigante, é um desafio maravilhoso colocar em cena uma estreante no papel principal”. O diretor refere-se à jovem estudante Daniela Martins, de 21 anos, intérprete da determinada mocinha Tiana e outro nome que promete fisgar o público é Neto Mahnic, o vilão Homem das Sombras.
“Eu gosto muito do desenho da Disney, pois não privilegia a evolução da computação gráfica, mas sim os números musicais. É encantador”, fala o fã confesso do longa e dos musicais da Broadway.
Fruto dessa mistura, a versão de A Princesa e o Sapo tem ainda o atrativo de ser ambientada em Nova Orleans. A cidade norte-americana é repleta de bons fluídos, magia... a boa música, excelente gastronomia, sem falar no charme das culturas afro-americana-francesa.
O diretor pontua: “É um conto de fadas contemporâneo? É, sim, mas só funciona com uma boa pitada de magia e de romance”. Tudo isso embebido em boas doses de ilusionismo e atenção especial paras as cenas de transformação do príncipe em sapo e vice-versa, cenários grandiosos e a lúdica presença da fusão de animação com atores, a cargo da produtora Mandra Filmes.
Crédito foto: SILVIO QUIRINO
Assessoria de imprensa: SEBASTIÃO VILELA DE ABREU / 8133 65 43
ROBERTO PINHEIRO / 8472 88 86 / 3225 88 86LUIZluizrobertopinheiro@hotmail.com
Com vocês, PINHEIRO PRODUÇÕES ARTÍSTICAS APRESENTA:
A PRINCESA E O SAPO - MUSICAL
Data: 12 e 13 /março / 2011 (sábado e domingo)
Horário: 17 hs
Teatro: Madre Esperança Garrido – Colégio Santo Agostinho
Endereço: Avenida Contorno, n. 63 -Centro - em frente ao Parque MutiramaFones: 3223 - 1326 / 3225 - 8886
Gênero: Musical infantil
Duração: 60 minutos
Ingresso: Inteira: R$ 50,00 e estudantes: R$ 25,00 e assinantes do jornal O Popular na compra de até dois ingressos.
Faixa etária recomendável: Crianças com idade a partir dos 3 anos.
É obrigatório apresentar a carteira estudantil atualizada e ou o cartão do assinante de O Popular na compra do bilhete e na entrada do teatro.
A PRODUÇÃO ADVERTE: NÃO É PERMITIDO FILMAR OU FOTOGRAFAR O ESPETÁCULO.E REFORÇA QUE O MUSICAL NÃO É ACONSELHÁVEL PARA BEBÊ DE COLO.
quinta-feira, 3 de março de 2011
Carnaval diferente em Goiânia!
Vai passar o carnaval em Goiânia????
Então tenha um grito de carnaval diferente, tradicional e enorme.
Esse é o Grito Rock 2011, o maior festival integrado da América Latina.
O evento será realizado em mais de 100 cidades do Brasil e mais cinco pontos da América Latina (Argentina, Bolívia, Costa Rica, El Salvador e Honduras).
Em Goiânia, o Grito está na quinta edição e esse ano volta para o Martim Cererê, nos dias 5 e 6 de março (fim de semana do Carnaval).
A realização na capital de Goiás é da Fósforo Cultural, coletivo de cultura e produtora de eventos como o Festival Vaca Amarela e Release Alternartivo. Serão dois dias de muita música com 30 bandas de rock de Goiás, Distrito Federal, São Paulo, Minas Gerais e Pará.
No sábado, serão 15 bandas, com destaque para Hellbenders, Revoltz, de São Paulo, Radiocarbono e os healdliners do Black Drawing Chalks.
No domingo, a pegada é mais pesada, com bandas do metal e hardcore, com o movimento nacional do Fora do Eixo ao Extremo. Se reúnem os já renomados Mugo, Uganda (MG), Monster Bus e mais gente que está começando, mas promete muito barulho no Carnaval do Martim Cererê.
Os ingressos antecipados ou até as 18h de cada dia custam R$10. Depois desse horário, preço único de R$ 15. São três pontos de venda em Goiânia: Ambiente Skate Shop, sebo Hocus Pocus e na Fábrica de Cultura Coletiva, onde também fica a sede da Fósforo Cultural.Grito Nacional Crescendo mais a cada ano, o Grito Rock chega a sua nona edição com o impressionante número de 132 cidades realizadoras no ano de 2011, apresentando um crescimento de 65% em relação ao ano anterior e consolidando-se como o maior evento integrado do planeta.
O festival conquista as fronteiras da América Latina e acontece em 9 países: Brasil, Argentina, Uruguai, Bolívia, Chile, Panamá, Costa Rica, Honduras e El Salvador.Os eventos do Grito Rock ocorrem entre 19 de fevereiro e 28 de março. O Festival é uma produção do Circuito Fora do Eixo, filiado à Associação Brasileira de Festivais Independentes – Abrafin. Realizado também com apoio do Toque no Brasil. A expectativa é que 2.000 bandas/artistas se apresentem para um público de cerca de 200 mil pessoas, aumentando em 150% no número de bandas em circulação nos últimos 2 anos. Apesar de ter o “rock” no nome, o Grito não restringe a programação a estilos. O rock foi o diferencial do início da ação, mas hoje é mais uma "atitude rock", que pode ser em qualquer ritmo. http://gritorock.com.br/
Sábado 5/03
02:30 Black Drawing Chalks
01:45 Radiocarbono
01:00 Revoltz (SP) - TNB
00:15 Hellbenders
23:30 Space Monkeys
22:45 Riverbreeze
22:00 Vinil Laranja (PA) - TNB
21:15 Trivoltz
20:30 Chimpanzés de Gaveta
19:45 Ultravespa
19:00 Evening (ANP) - TNB
18:15 Black Queen17:30 The Bohemians16:45 Overfuzz16:00 The West Bullets
Domingo 6/0302:30 MUGO
01:45 Uganga(MG) - TNB
01:00 Monster Bus
00:15 Deadly Curse
23:30 Coerência
22:45 Galinha Preta (DF) - TNB
22:00 Sangue Seco
21:15 Atomic Winter
20:30 Valdez(DF) - TNB
19:45 Antes do Fim
19:00 Critical Strike
18:15 Aurora Rules
17:30 A Última Theoria
16:45 Tape
16:00 Trinitro
Serviço: Grito Rock América Latina 2011 - Edição Goiânia
Local: Centro Cultural Martim CererêDias: 5 e 6 de Março
Ingressos: 10 reais antecipado e 15 na hora(Quem chegar até as 18 horas em cada dia paga preço de antecipado 10,00)Pontos de Venda: Ambiente Skate Shop, Hocus Pocus e Fábrica de Cultura
Coletiva
Produção Coletiva: Circuito Fora do Eixo/ Festival filiado a ABRAFIN
Apoio: Goiânia Convention & Visitors Bureau, Harmonia Musical, AGEPEL

Info: http://www.fosforocultural.com.br/
Fósforo Cultural: (62) 3087 4927Assessoria de Imprensa: Agatha Couto (62) 9222 6965 e Aline Mil (62) 9972 6396
Então tenha um grito de carnaval diferente, tradicional e enorme.
Esse é o Grito Rock 2011, o maior festival integrado da América Latina.
O evento será realizado em mais de 100 cidades do Brasil e mais cinco pontos da América Latina (Argentina, Bolívia, Costa Rica, El Salvador e Honduras).
Em Goiânia, o Grito está na quinta edição e esse ano volta para o Martim Cererê, nos dias 5 e 6 de março (fim de semana do Carnaval).
A realização na capital de Goiás é da Fósforo Cultural, coletivo de cultura e produtora de eventos como o Festival Vaca Amarela e Release Alternartivo. Serão dois dias de muita música com 30 bandas de rock de Goiás, Distrito Federal, São Paulo, Minas Gerais e Pará.
No sábado, serão 15 bandas, com destaque para Hellbenders, Revoltz, de São Paulo, Radiocarbono e os healdliners do Black Drawing Chalks.
No domingo, a pegada é mais pesada, com bandas do metal e hardcore, com o movimento nacional do Fora do Eixo ao Extremo. Se reúnem os já renomados Mugo, Uganda (MG), Monster Bus e mais gente que está começando, mas promete muito barulho no Carnaval do Martim Cererê.
Os ingressos antecipados ou até as 18h de cada dia custam R$10. Depois desse horário, preço único de R$ 15. São três pontos de venda em Goiânia: Ambiente Skate Shop, sebo Hocus Pocus e na Fábrica de Cultura Coletiva, onde também fica a sede da Fósforo Cultural.Grito Nacional Crescendo mais a cada ano, o Grito Rock chega a sua nona edição com o impressionante número de 132 cidades realizadoras no ano de 2011, apresentando um crescimento de 65% em relação ao ano anterior e consolidando-se como o maior evento integrado do planeta.
O festival conquista as fronteiras da América Latina e acontece em 9 países: Brasil, Argentina, Uruguai, Bolívia, Chile, Panamá, Costa Rica, Honduras e El Salvador.Os eventos do Grito Rock ocorrem entre 19 de fevereiro e 28 de março. O Festival é uma produção do Circuito Fora do Eixo, filiado à Associação Brasileira de Festivais Independentes – Abrafin. Realizado também com apoio do Toque no Brasil. A expectativa é que 2.000 bandas/artistas se apresentem para um público de cerca de 200 mil pessoas, aumentando em 150% no número de bandas em circulação nos últimos 2 anos. Apesar de ter o “rock” no nome, o Grito não restringe a programação a estilos. O rock foi o diferencial do início da ação, mas hoje é mais uma "atitude rock", que pode ser em qualquer ritmo. http://gritorock.com.br/
Sábado 5/03
02:30 Black Drawing Chalks
01:45 Radiocarbono
01:00 Revoltz (SP) - TNB
00:15 Hellbenders
23:30 Space Monkeys
22:45 Riverbreeze
22:00 Vinil Laranja (PA) - TNB
21:15 Trivoltz
20:30 Chimpanzés de Gaveta
19:45 Ultravespa
19:00 Evening (ANP) - TNB
18:15 Black Queen17:30 The Bohemians16:45 Overfuzz16:00 The West Bullets
Domingo 6/0302:30 MUGO
01:45 Uganga(MG) - TNB
01:00 Monster Bus
00:15 Deadly Curse
23:30 Coerência
22:45 Galinha Preta (DF) - TNB
22:00 Sangue Seco
21:15 Atomic Winter
20:30 Valdez(DF) - TNB
19:45 Antes do Fim
19:00 Critical Strike
18:15 Aurora Rules
17:30 A Última Theoria
16:45 Tape
16:00 Trinitro
Serviço: Grito Rock América Latina 2011 - Edição Goiânia
Local: Centro Cultural Martim CererêDias: 5 e 6 de Março
Ingressos: 10 reais antecipado e 15 na hora(Quem chegar até as 18 horas em cada dia paga preço de antecipado 10,00)Pontos de Venda: Ambiente Skate Shop, Hocus Pocus e Fábrica de Cultura
Coletiva
Produção Coletiva: Circuito Fora do Eixo/ Festival filiado a ABRAFIN
Apoio: Goiânia Convention & Visitors Bureau, Harmonia Musical, AGEPEL

Info: http://www.fosforocultural.com.br/
Fósforo Cultural: (62) 3087 4927Assessoria de Imprensa: Agatha Couto (62) 9222 6965 e Aline Mil (62) 9972 6396
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
E o Oscar vai para...
Fico tentando ver à noite da entrega do Oscar da mesma maneira que todo mundo, vendo as roupas das atrizes, maquiagem, quem está com quem, os penteados dos atores e lógico quem vai sair com a estatueta na mão.
É realmente uma diversão, mas não consigo deixar de olhar com o outro “olhar”. O que se passa nos bastidores, a construção de todo o local pra cerimônia, a organização, iluminação, sonorização, transmissão para vários lugares do mundo, quantos profissionais envolvidos, a produção enfim....
O produtor Don Mischer, um dos responsáveis pela cerimônia do Oscar 2011, revelou este fim de semana que a 83ª Edição do Prêmio teve novidades em termos de cenografia.
Pela primeira vez, a festa teve cenários virtuais, com o objetivo de obter um visual em movimento constante. Isso dá a impressão de vários palcos em um mesmo ambiente e a idéia diz Mischer, que divide com Bruce Cohen a produção da premiação da Academia é de transportar para outras épocas a cada mudança de cenário, uma loucura !!!
Toda a festa aconteceu no Teatro Kodak, que é uma sala de espetáculos situada no Hollywood Boulevard, na cidade de Los Angeles na Califórnia, Estados Unidos.Desde a inauguração do teatro em novembro de 2001, ele tem sido a escolha para a entrega dos Prêmios da Academia.
O teatro é o mais adequado para a cerimônia, especialmente desenhado para esta, tendo capacidade para 3.400 pessoas sentadas e com um palco de 20 metros de profundidade por 40 metros de largura, um dos maiores do país.....
Um luuuuuxo vamos combinar!!!!!!
Esse ano a cerimônia foi apresentada pelos atores Anne Hathaway e James Franco, o que deu leveza e um tom mais descontraído.
Sem muitas surpresas, o Oscar segue seu ritual, Celine Dion que sempre canta na festa, o tradicional segmento In Memorian, piadas que só eles (os apresentadores) acham graça, prêmios já esperados, figurinhas carimbadas.
Mas eles sabem usar as cenas e músicas que nos envolve o tempo todo, que nos faz emocionar, que cria suspense e nos encanta.
Fico pensando, quanto tempo antes eles escolhem os apresentadores, os convidados, quando mandam os convites, quantas pessoas envolvidas tem na organização da cerimônia, na escolha de quem vai entregar os prêmios, putzzzz quantos detalhes.
Uma grande cerimônia, sem dúvida l!!!Com o meu olhar do lado de cá só posso dizer:
E o Oscar vai para................ PRODUÇÃO !!!!!
Veja todos os vencedores:
"Alice no País das Maravilhas"
FOTOGRAFIA
Wally Pfister, por "A Origem"
ATRIZ COADJUVANTE
Melissa Leo, por "O Vencedor"
ANIMAÇÃO EM CURTA-METRAGEM
"The Lost Thing"
ANIMAÇÃO
"Toy Story 3"
ROTEIRO ORIGINAL
"O Discurso do Rei"
ROTEIRO ADAPTADO
"A Rede Social"
FILME ESTRANGEIRO
"Em um Mundo Melhor", de Susanne Bier (Dinamarca)
ATOR COADJUVANTE
Christian Bale, por "O Vencedor"
TRILHA SONORA
"A Rede Social"
MIXAGEM DE SOM
"A Origem"
EDIÇÃO DE SOM
"A Origem"
MAQUIAGEM
"O Lobisomem"
FIGURINO
"Alice no País das Maravilhas"
DOCUMENTÁRIO EM CURTA-METRAGEM
"Strangers No More"
CURTA-METRAGEM
"God of Love"
DOCUMENTÁRIO
"Trabalho Interno"
EFEITOS VISUAIS
"A Origem"
MONTAGEM
"A Rede Social"
CANÇÃO ORIGINAL
"We Belong Together", de "Toy Story 3"
DIRETOR
Tom Hooper, por "O Discurso do Rei"
ATRIZ
Natalie Portman, por "Cisne Negro"
ATOR
Colin Firth, por "O Discurso do Rei"
FILME
"O Discurso do Rei"
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Vem aí o Rock Solidário IV...
Pré Festas Rock Solidário IV
Bar Pau Brasil : Sarau com o grupo Choro Novo – Segunda Feira – 21/02
Todos os músicos do choro estão convidados a dar sua participação musical!!!
Taberna do Ogro: Banda Amigos da Eline + Dj's convidados - Quarta Feira - 23/02
A Banda Amigos da Eline toca os sucessos do Rock goiano
+ Dj's Danilo Tattoo Rock Fest (Hiccup.7) - Pedro(Hiccup.7) – Jabaah
EL Club: Desafio de DJ`s + Space Monkeys - Quinta Feira - 24/02
Desafio de DJ`s Rock:
Bar Pau Brasil : Sarau com o grupo Choro Novo – Segunda Feira – 21/02
Todos os músicos do choro estão convidados a dar sua participação musical!!!
Taberna do Ogro: Banda Amigos da Eline + Dj's convidados - Quarta Feira - 23/02
A Banda Amigos da Eline toca os sucessos do Rock goiano
+ Dj's Danilo Tattoo Rock Fest (Hiccup.7) - Pedro(Hiccup.7) – Jabaah
EL Club: Desafio de DJ`s + Space Monkeys - Quinta Feira - 24/02
Desafio de DJ`s Rock:
Gustavo Vazquez (Rock Lab) vs Daniel (Ambiente)
Daniel de Mello vs Pedro Naves
Pablo Kossa vs Jabah
+ Show com "Space Monkeys"
Ingressos: 3,00 + 1 kg de alimento não perecível!
Bora lá....
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Quem disse que gato não é companheiro?
Eu nunca tive gato na minha vida, sempre achei cachorro o animal mais companheiro e brincalhão que existe.
Só que tem mais ou menos um mês, que por força do destino comecei a conviver com uma gata.
Meu filho trouxe pra casa uma gata persa (esses gatos foram muito apreciados pela aristrocacia européia) que logo no início resisti bravamente, bastou um dia pra que eu começasse o apego e me derretesse por ela.
Pensei comigo, se fosse um cachorro ficaria muito complicado criar no apartamento, mas sendo essa espécie que tem por característica dormir praticamente o dia todo dá pra pensar....e eu que achei que era somente no desenho que tinha gato assim, tipo o “Garfield”.
Bom, isso me fez começar a interessar pela companhia dessa gatinha, nem miar ela mia, fica só fazendo um ronquinho que descobri que é ronronar quando gosta do carinho recebido.
Características do persa: pelo comprido e grosso, pernas curtas e grossas, uma cauda curta e estreita, uma cabeça larga, orelhas afastadas, bochechas cheias, olhos grandes e um focinho achatado que é muito fofo!
Descobri que gatos têm personalidade, então quando o dono viaja muito ou passa muito tempo longe ele, se chateia e fica mais distante, te exclui mesmo pira?
O dono vai ter que reconquistá-lo pra ter novamente seu carinho.
Dizem que o gato não precisa tomar banho porque ele se limpa, a minha foge a regra porque além dela se limpar levo pra tomar banho toda semana...hehehehe.
Outra coisa, gatos não tem sete vidas, tem que cuidar do bichinho gente, comidinha e água limpinha porque esse animal é exigente.
Tudo isso que estou falando aqui nesse post é novidade pra mim, porque para os apreciadores de gato de longa data que conheço, sabem de tudo isso e muito mais.
Conheço gente que ama tanto gato que além de terem vários, lêem livros e assistem filmes constantemente sobre eles.
Minha mãe mesmo, ela cria 8 gatinhos, daqueles vadios, que vai na casa dela come, bebe, dorme e some durante o dia. E o melhor é que ela sabe a diferença de cada um e chama por nome e ai de quem maltratar os bichinhos.
Aqui vai a minha homenagem a todos que tem um gatinho. Sabem que o animal retribui o carinho recebido, brinca e interage com seu dono.
Pra completar o post, uma crônica do mestre Drummond ligando o gato à cultura e intelectualidade.
Crônica de Carlos Drummond de Andrade
"Um gato vive um pouco nas poltronas, no cimento ao sol, no telhado sob a lua. Vive também sobre a mesa do escritório, e o salto preciso que ele dá para atingi-la é mais do que impulso para a cultura. É o movimento civilizado de um organismo plenamente ajustado às leis físicas, e que não carece de suplemento de informação. Livros e papéis, beneficiam-se com a sua presteza austera. Mais do que a coruja, o gato é símbolo e guardião da vida intelectual".
Só que tem mais ou menos um mês, que por força do destino comecei a conviver com uma gata.
Meu filho trouxe pra casa uma gata persa (esses gatos foram muito apreciados pela aristrocacia européia) que logo no início resisti bravamente, bastou um dia pra que eu começasse o apego e me derretesse por ela.
Pensei comigo, se fosse um cachorro ficaria muito complicado criar no apartamento, mas sendo essa espécie que tem por característica dormir praticamente o dia todo dá pra pensar....e eu que achei que era somente no desenho que tinha gato assim, tipo o “Garfield”.
Bom, isso me fez começar a interessar pela companhia dessa gatinha, nem miar ela mia, fica só fazendo um ronquinho que descobri que é ronronar quando gosta do carinho recebido.
Características do persa: pelo comprido e grosso, pernas curtas e grossas, uma cauda curta e estreita, uma cabeça larga, orelhas afastadas, bochechas cheias, olhos grandes e um focinho achatado que é muito fofo!
Descobri que gatos têm personalidade, então quando o dono viaja muito ou passa muito tempo longe ele, se chateia e fica mais distante, te exclui mesmo pira?
O dono vai ter que reconquistá-lo pra ter novamente seu carinho.
Dizem que o gato não precisa tomar banho porque ele se limpa, a minha foge a regra porque além dela se limpar levo pra tomar banho toda semana...hehehehe.
Outra coisa, gatos não tem sete vidas, tem que cuidar do bichinho gente, comidinha e água limpinha porque esse animal é exigente.
Tudo isso que estou falando aqui nesse post é novidade pra mim, porque para os apreciadores de gato de longa data que conheço, sabem de tudo isso e muito mais.
Conheço gente que ama tanto gato que além de terem vários, lêem livros e assistem filmes constantemente sobre eles.
Minha mãe mesmo, ela cria 8 gatinhos, daqueles vadios, que vai na casa dela come, bebe, dorme e some durante o dia. E o melhor é que ela sabe a diferença de cada um e chama por nome e ai de quem maltratar os bichinhos.
Aqui vai a minha homenagem a todos que tem um gatinho. Sabem que o animal retribui o carinho recebido, brinca e interage com seu dono.
Pra completar o post, uma crônica do mestre Drummond ligando o gato à cultura e intelectualidade.
Crônica de Carlos Drummond de Andrade
"Um gato vive um pouco nas poltronas, no cimento ao sol, no telhado sob a lua. Vive também sobre a mesa do escritório, e o salto preciso que ele dá para atingi-la é mais do que impulso para a cultura. É o movimento civilizado de um organismo plenamente ajustado às leis físicas, e que não carece de suplemento de informação. Livros e papéis, beneficiam-se com a sua presteza austera. Mais do que a coruja, o gato é símbolo e guardião da vida intelectual".
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Rabiscaria
Carlos Filho Designer, formado em Comunicação Social - Rádio e TV pela UFG e pós-graduado em Design
Estratégico pelo Istituto Europeo di Design. Atuo desde 2000 com design e desenvolvimento web, sou diretor do Rabiscaria e coordenador de mídia digital do Encontro de Culturas Tradicionais da Chapada dos Veadeiros.
Foto: Anne Vilela
1 - Um de seus projetos (Rabiscaria) é uma parceria com o artista plástico Mateus Dutra, fala como nasceu a idéia de vocês.
A ideia inicial nasceu quando vi que muitos amigos meus, ilustradores, produziam coisas muito boas e deixavam guardadas em casa por não ter o que fazer com elas. Naquela época, nos idos de 2001, ainda não era tão grande o uso da internet e de redes sociais, e o crowdsourcing – o conhecimento gerado pela multidão – ainda não havia surgido como teoria. Como eu já era desenvolvedor naquela época, queria fazer um site para que cada um deles pudesse colocar suas obras online, numa espécie de exposição virtual. Por vários fatores – o pior deles, financeiro , a ideia ficou guardada. Foi só quando entrei na pós-graduação em Design Estratégico do Istituto Europeo di Design que vi que aquela ideia poderia ser executada, com algumas atualizações. Montei um esboço do plano e do modelo de negócios em parceria com a designer Dani Lima, mas precisava de um nome. Como o Mateus Dutra já havia me “presenteado” com um nome pra outro projeto, o procurei para conversar sobre a curadoria do projeto e também no nome. Rabiscaria era o nome do projeto pessoal dele, e resolvemos juntar a ideia e o nome, que casaram muito bem. Aí surgiu o Rabiscaria (www.rabiscaria.com.br).
2 - Carlos você é um curioso constante da sua área e está com uma novidade para os goianos que é o projeto Rabiscaria no Catarse, explica pra gente essa nova forma de financiamento.
O Catarse (www.catarse.me) foi criado por 3 empreendedores brasileiros (Diego Reeberg e Luis Otávio Ribeiro, do próprio Catarse, e Daniel Weinmann, da Softa Consultoria). É o primeiro portal de financiamento colaborativo do Brasil, o crowdfunding. Ele funciona assim: você cadastra seu projeto criativo, diz quanto precisa para tirá-lo do papel, define um prazo para que ele seja financiado e determina quais recompensas exclusivas serão dadas aos apoiadores. Qualquer pessoa que acreditar na sua ideia pode contribuir com uma quantia, de no mínimo 10 reais, e receber uma recompensa exclusiva por isso. No final do prazo determinado, caso o projeto tenha conseguido o valor pedido, ele será financiado e os apoiadores ganham as recompensas. Se não conseguir, o dinheiro é devolvido para quem apoiou, dando segurança pra todo mundo. Fora do país o crowdfunding já é um sucesso, com sites como o Kickstarter (http://www.kickstarter.com/).
3 - Quem quer participar com algum trabalho de design tem abertura pra mandar o trabalho?
O Rabiscaria é uma plataforma essencialmente de crowdsourcing voltada para o design. Qualquer pessoa pode enviar seus trabalhos para o site, seja profissional, amador, estudante médico, fazendeiro. Quem irá aprovar ou não a produção da arte em escala é a própria comunidade do site. O mais legal disso é que o artista recebe royalties sobre cada venda feita pelo site ou nas edições do Rabiscaria Live. Assim, a gente cria um ciclo sustentável de novas ideias e novos artistas.
4 - O Mateus Dutra tem outros trabalhos pessoais e claro que você também, fala sobre seus outros trabalhos e projetos.
Tenho um estúdio de design e web há 10 anos que leva meu nome, CarlosFilho.com. Trabalho como coordenador de mídia digital do Encontro de Culturas Tradicionais da Chapada dos Veadeiros e do Seminário Internacional de Dança de Brasília, e atendo clientes em Goiânia e Brasília. Nos projetos pessoais, além do Rabiscaria, estou começando a formatar o modelo de negócios de um site de compartilhamento de conhecimento entre DJs. Esse é um outro projeto que ficou guardado na gaveta por uns 4 anos, mas que já estou colocando no forno. E também conseguimos aprovar na Lei Goyazes um projeto chamado Encontroteca, ligado ao Encontro de Culturas Tradicionais da Chapada dos Veadeiros, que é um grande banco de dados online colaborativo sobre as manifestações de cultura tradicional e popular do Brasil.
5 - A inovação é uma característica sua?
Há uns anos atrás, todos os meus clientes me pediam as mesmas coisas. Queriam copiar isso ou aquilo de outro concorrente. Conversando com uma antiga parceira de trabalho em Brasília, vi que, se eu não inovasse, seria mais um dos milhares de designers que estão acomodados por aí. A partir daí, comecei a estudar sobre inovação, empreendedorismo, e resolvi que queria oferecer um diferencial inovador em todos os meus trabalhos, fossem eles profissionais ou pessoais. Tirei o foco do “ganhar dinheiro” e o coloquei na solução dos problemas. Prefiro tentar tirar do papel ideias malucas – mas que tem futuro – do que trabalhar em projetos em que não acredito. Não sou de reclamar de governo, da situação, dos clientes. Se vejo algo que precisa ser mudado, eu crio (ou pelo menos tento criar) alternativas para isso.
6- Não posso deixar de perguntar, suas referências quais são?
Não tenho nenhuma referência específica, o que me inspira é o mundo, é tudo que acontece à minha volta. Sou muito observador. Se vou a qualquer lugar, me interesso mais em observar as pessoas e suas reações do que propriamente interagir com elas. Leio muito sobre inovação e empreendedorismo, tento entender a geração Y, adoro arte urbana, ouço de música eletrônica a cantigas de folias de reis. Um dia, na pós-graduação, um professor deu uma aula sobre a história do design falando basicamente de música. Naquela aula, entendi que a inspiração pode estar em qualquer lugar, em um simples cartaz colado num poste ou em uma conversa com um mestre de congada.
7- Deixa um recado pra quem precisa de incentivo em um projeto bacana.
Em primeiro lugar, não deixe seu projeto na gaveta. Há muitas formas de colocá-lo em prática. Se ninguém quer te ajudar, faça sozinho, fique sem dormir alguns dias, mas faça pelo menos um piloto. Use a internet, use as redes sociais, espalhe a ideia e analise as reações. Depois disso, escolha a melhor forma de levá-lo em frente. Se o seu projeto é criativo, o Catarse é a melhor forma de levantar um financiamento colaborativo. Por último, saiba vender sua ideia. Se você é acredita nela, ninguém vai duvidar.
www.carlosfilho.com
carlos@carlosfilho.com
Estratégico pelo Istituto Europeo di Design. Atuo desde 2000 com design e desenvolvimento web, sou diretor do Rabiscaria e coordenador de mídia digital do Encontro de Culturas Tradicionais da Chapada dos Veadeiros.
Foto: Anne Vilela
1 - Um de seus projetos (Rabiscaria) é uma parceria com o artista plástico Mateus Dutra, fala como nasceu a idéia de vocês.
A ideia inicial nasceu quando vi que muitos amigos meus, ilustradores, produziam coisas muito boas e deixavam guardadas em casa por não ter o que fazer com elas. Naquela época, nos idos de 2001, ainda não era tão grande o uso da internet e de redes sociais, e o crowdsourcing – o conhecimento gerado pela multidão – ainda não havia surgido como teoria. Como eu já era desenvolvedor naquela época, queria fazer um site para que cada um deles pudesse colocar suas obras online, numa espécie de exposição virtual. Por vários fatores – o pior deles, financeiro , a ideia ficou guardada. Foi só quando entrei na pós-graduação em Design Estratégico do Istituto Europeo di Design que vi que aquela ideia poderia ser executada, com algumas atualizações. Montei um esboço do plano e do modelo de negócios em parceria com a designer Dani Lima, mas precisava de um nome. Como o Mateus Dutra já havia me “presenteado” com um nome pra outro projeto, o procurei para conversar sobre a curadoria do projeto e também no nome. Rabiscaria era o nome do projeto pessoal dele, e resolvemos juntar a ideia e o nome, que casaram muito bem. Aí surgiu o Rabiscaria (www.rabiscaria.com.br).
2 - Carlos você é um curioso constante da sua área e está com uma novidade para os goianos que é o projeto Rabiscaria no Catarse, explica pra gente essa nova forma de financiamento.
O Catarse (www.catarse.me) foi criado por 3 empreendedores brasileiros (Diego Reeberg e Luis Otávio Ribeiro, do próprio Catarse, e Daniel Weinmann, da Softa Consultoria). É o primeiro portal de financiamento colaborativo do Brasil, o crowdfunding. Ele funciona assim: você cadastra seu projeto criativo, diz quanto precisa para tirá-lo do papel, define um prazo para que ele seja financiado e determina quais recompensas exclusivas serão dadas aos apoiadores. Qualquer pessoa que acreditar na sua ideia pode contribuir com uma quantia, de no mínimo 10 reais, e receber uma recompensa exclusiva por isso. No final do prazo determinado, caso o projeto tenha conseguido o valor pedido, ele será financiado e os apoiadores ganham as recompensas. Se não conseguir, o dinheiro é devolvido para quem apoiou, dando segurança pra todo mundo. Fora do país o crowdfunding já é um sucesso, com sites como o Kickstarter (http://www.kickstarter.com/).
3 - Quem quer participar com algum trabalho de design tem abertura pra mandar o trabalho?
O Rabiscaria é uma plataforma essencialmente de crowdsourcing voltada para o design. Qualquer pessoa pode enviar seus trabalhos para o site, seja profissional, amador, estudante médico, fazendeiro. Quem irá aprovar ou não a produção da arte em escala é a própria comunidade do site. O mais legal disso é que o artista recebe royalties sobre cada venda feita pelo site ou nas edições do Rabiscaria Live. Assim, a gente cria um ciclo sustentável de novas ideias e novos artistas.
4 - O Mateus Dutra tem outros trabalhos pessoais e claro que você também, fala sobre seus outros trabalhos e projetos.
Tenho um estúdio de design e web há 10 anos que leva meu nome, CarlosFilho.com. Trabalho como coordenador de mídia digital do Encontro de Culturas Tradicionais da Chapada dos Veadeiros e do Seminário Internacional de Dança de Brasília, e atendo clientes em Goiânia e Brasília. Nos projetos pessoais, além do Rabiscaria, estou começando a formatar o modelo de negócios de um site de compartilhamento de conhecimento entre DJs. Esse é um outro projeto que ficou guardado na gaveta por uns 4 anos, mas que já estou colocando no forno. E também conseguimos aprovar na Lei Goyazes um projeto chamado Encontroteca, ligado ao Encontro de Culturas Tradicionais da Chapada dos Veadeiros, que é um grande banco de dados online colaborativo sobre as manifestações de cultura tradicional e popular do Brasil.
5 - A inovação é uma característica sua?
Há uns anos atrás, todos os meus clientes me pediam as mesmas coisas. Queriam copiar isso ou aquilo de outro concorrente. Conversando com uma antiga parceira de trabalho em Brasília, vi que, se eu não inovasse, seria mais um dos milhares de designers que estão acomodados por aí. A partir daí, comecei a estudar sobre inovação, empreendedorismo, e resolvi que queria oferecer um diferencial inovador em todos os meus trabalhos, fossem eles profissionais ou pessoais. Tirei o foco do “ganhar dinheiro” e o coloquei na solução dos problemas. Prefiro tentar tirar do papel ideias malucas – mas que tem futuro – do que trabalhar em projetos em que não acredito. Não sou de reclamar de governo, da situação, dos clientes. Se vejo algo que precisa ser mudado, eu crio (ou pelo menos tento criar) alternativas para isso.
6- Não posso deixar de perguntar, suas referências quais são?
Não tenho nenhuma referência específica, o que me inspira é o mundo, é tudo que acontece à minha volta. Sou muito observador. Se vou a qualquer lugar, me interesso mais em observar as pessoas e suas reações do que propriamente interagir com elas. Leio muito sobre inovação e empreendedorismo, tento entender a geração Y, adoro arte urbana, ouço de música eletrônica a cantigas de folias de reis. Um dia, na pós-graduação, um professor deu uma aula sobre a história do design falando basicamente de música. Naquela aula, entendi que a inspiração pode estar em qualquer lugar, em um simples cartaz colado num poste ou em uma conversa com um mestre de congada.
7- Deixa um recado pra quem precisa de incentivo em um projeto bacana.
Em primeiro lugar, não deixe seu projeto na gaveta. Há muitas formas de colocá-lo em prática. Se ninguém quer te ajudar, faça sozinho, fique sem dormir alguns dias, mas faça pelo menos um piloto. Use a internet, use as redes sociais, espalhe a ideia e analise as reações. Depois disso, escolha a melhor forma de levá-lo em frente. Se o seu projeto é criativo, o Catarse é a melhor forma de levantar um financiamento colaborativo. Por último, saiba vender sua ideia. Se você é acredita nela, ninguém vai duvidar.
www.carlosfilho.com
carlos@carlosfilho.com
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