sábado, 18 de setembro de 2010

Eles entrarão em cena novamente, sem perdoar ninguém, agora em DVD...



Os INOXIDÁVES estão de volta para registrar o riso em DVD. O grupo cumpriu o que prometeu na Pop House e no Centro Cultural Martim Cererê: muitas gargalhadas e descontração ao satirizar os programas de televisão e personalidades.

Nesse espetáculo Televisão diversas "figuras" serão parodiadas e representadas no palco com textos escritos pelos próprios atores. O que o público desfrutou nas outras apresentações desfrutará no Centro Municipal de Cultura Goiânia Ouro, o conforto de um teatro e antes o bar do Centro Goiânia Ouro estará aberto ao público.

O grupo que fazia a própria direção, agora conta com a presença do diretor Wellington Dias que também já trabalhou como ator por dois anos em shows de humor. O elenco é formado por Gleik Lino, Juliana Hernandes, Marcelo di Castro, Mirelle Araújo e Wesley Maurício. Essa reunião de atores reconhecidos e com experiência em vários festivais de teatro resultou em um dos mais irreverentes espetáculos apresentados em Goiânia.

O tema “Televisão”, sucesso de público e riso terá bis dia 23 e 30 de setembro no Centro Municipal de Cultura Goiânia Ouro para gravação do DVD do espetáculo e aguarda seu público para também participar desse momento.

A proposta do grupo é fazer um humor baseado em um produto de riso que vem não só da palavra, mas do gesto, da expressão e da situação. A dinâmica do novo formato permite ao grupo interagir com a platéia.

Pra saber mais sobre o grupo, dá uma conferida no site
www.inoxidaveis.com
Diversão garantida !!! Aguardamos você...

Ficha Técnica


Produção: Cárita Pinheiro
Assessoria de Imprensa: Claudinha Fernandes
Iluminação: Alan Lourenço
Fotos: Olívia Proença

Serviço
Espetáculo:
OS INOXIDÁVEIS em “Televisão”
Data: 23/09/10 e 30/09/10
Horário: 21h (bar do Centro Cultural Goiânia Ouro aberto à partir das 20h)
Ingressos antecipados na Trupe do Açaí - R$ 13,00Bilheteria do Teatro (R$ 30,00 inteira e R$ 15,00 meia)
Local: Centro Municipal de Cultura Goiânia Ouro - Rua 03 esquina com Rua 09, Galeria Ouro, Centro.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Arte do riso

Palhaço, Poeta, Compositor, Mágico, Artesão, Brinquedista, Arte Educador, Coordenador e
Diretor Artístico do "Grupo Sapequinha Trupe
Show". Manoel Alves de Jesus, o Sapequinha.

www.asasdepicadeiro.com.br

Como descobriu que queria ser palhaço?
Na verdade o palhaço me descobriu, ele morava (dormia) dentro de mim e um dia acordou e floriu, foi assim que meu palhaço surgiu!

Com quem aprendeu todas as mágicas e truques?
Foi na minha pré adolescência com amigos que me passaram truques caseiros e tradicionais da cultura popular. Depois fiz um curso na “FLASOMA” – Federação Latino Americana da Sociedade Mágica em São Paulo e na Escola Circo Picadeiro também em São Paulo.

Você vive financeiramente somente da sua carreira artística?
Sim, vivo orgulhosamente da Arte Circense.

Qual momento marcante da sua carreira?
Toda minha caminhada, a minha persistência em viver da arte, acreditar sempre e fazer o que gosto.

Você está fazendo pós graduação de produção e gestão cultural na UFG, o que pretende fazer depois do curso?Executar meus projetos e circular com os meus espetáculos e com isso levarei a arte do riso e do fascínio. Esse trabalho desperta a curiosidade e a reflexão via arte do circo.

Você nasceu onde? Casou? Tem filhos?
Sou do interior da Bahia, sou casado e tenho um casal de filhos.

Sapequinha dá um recado pra quem quer começar a aprender a sua carreira: " O circo é a arte mais completa do planeta. Palhaço é a arte da liberdade sem medo de ser feliz, mesmo se lascando de vez enquando...hihihihi".

Foto: Layza Vasconcelos.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Soldadinho de Chumbo

Pinheiro Produções Artísticas apresenta:
O musical Soldadinho de Chumbo
Musical goiano atinge público de 40 mil espectadores desde que a turnê nacional do musical infantil foi lançada em Salvador. “Até chegarmos a Goiânia, fizemos mais 100 apresentações da nova peça da Pinheiro Produções Artísticas (PPA)”, informa Luiz Roberto Pinheiro, criador da companhia teatral goiana.
Luiz Roberto explica que O Soldadinho de Chumbo foi apresentado em Salvador (BA), Brasília (DF) – recorde da temporada com publico aproximado de 22 mil pessoas em 64 apresentações – e João José do Rio Preto (SP). Em Goiânia, o musical terá duas sessões abertas ao público, nos dias 18 e 19 de setembro, sempre às 17 horas, e aproximadamente 25 apresentações no Projeto Escola.

Arrasou Luís !!!! Tenho muito orgulho...Elenco:

NILTON MOREIRA........................Soldadinho de Chumbo
ANNA CARLA RIBEIRO................Bailarina
ISADORA CASTRO........................Boneca e sra. Kimico
MIRELLE JAQUES..........................Dona Sorrizina e Galinha
JÚNIOR SARTINI...........................Dr. Felipe
CARLOZ MAGNO..........................Bruxo Chiceletes
JACK DIAS.....................................Sr.Hans Christian Andersen
GUILHERME DE PAULA………...Palhaço
DIEGO FREIRE…………………...Tartaruga e Aalegrino
CLÉSIO DANTAS...........................Robô
AMANDA TOLENTINO.................Índio Americano
LAILA GUNDIN..............................Cowboy Americano

Participação especial FILIPE BRAGANÇA (em áudio e foto) como Gabriel

Olha quantas pessoas envolvidas pra garantir um super espetáculo e sucesso....

Ficha técnica
Adaptação, concepção e direção: Luiz Roberto Pinheiro
Coreografia e direção de cenas: João Bragança
Música: Can Kanbay
Preparação de atores: Isadora Castro
Figurino: Ana Maria Mendonça
Alfaiates: Leonardo Minno e Jean Ruiter
Sapatos: Fabrício Guilherme
Make-up e cabelos: Amadeu Amaral e equipe
Cabeças e adereços: Jane Lemos
Cenários: Roberto Rodrigues
Fotografia: Clovis Alves
Direção de fotografias: João Bragança
Edição de Imagens: Liliane Bueno
Figurino, luminárias e perucas japonesas: Himya
Operador de Luz: Carlos Roberto
Operador de som, microfones e projeções: Victor Mullins
Animação gráfica e multimídia: Mandra Filmes
Edição, sonorização e cortes musicais : Álvaro Martins
Repertório da trilha: Luiz Roberto Pinheiro
Voz do carro: Jack Dias
Voz da Ratazana e bruxo / Bruno Peixoto
Ensaios de balé clássico: Cristiane Rezende
Chefia de Palco: Laila Gundim e Clésio Dantas
Maquinaria : Onofre Filho
Ferragens e objetos Cênicos: Charles Coelho
Secretaria executiva e financeira: Rose Bombom
Produção administrativa: Marques Matos
Produção-executiva da turnê: Teresa Sales, Heron Maia, Nivio Emilio,Mara Caetano e Kátia Gracielly

SERVIÇO:ONDE: Teatro Basileu França
ENDEREÇO: Avenida Universitária, 1750, Setor Universitário
Fone: (62) 3225 8886
DATA: 18 e 19 setembro /2010
HORÁRIO: 17 horas
ENTRADA: R$ 50,00 (inteira) e R$ 25,00 (estudante)
RECOMENDAÇÃO: A partir dos 03 anos de idade
DURAÇÃO: 60 minutos

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Dei o bolo em nós duas...

“Não tenho tempo pra ir ao cinema, não tenho tempo para os meus filhos, não tenho tempo pra ir ao teatro, não tenho tempo pra me cuidar, não tenho tempo pra ver meus amigos, não tenho tempo pra visitar minha família, não tenho tempo pra academia, não tenho tempo pra comer direito, não.....não.......não.......”são frases que sempre escutamos por aí.

O que fazer pra ter mais tempo? Tem alguma mágica? Realmente o tempo não volta!

Sei que esse é um assunto meio gasto, mas sempre atual. Achei interessante a frase de uma amiga que não pode me encontrar “perdão Claudinha, eu dei o bolo em nós duas”, ela explica porque disse assim, na realidade estava irritada por não conseguir se organizar pra encontrar com as pessoas, portanto o boicote foi em nós.

E tenho escutado essa reclamação de várias pessoas, não como uma desculpa, mas como um lamento.

Comecei a pensar nisso, também não estou conseguindo cumprir tudo que quero e o mais grave é não ter tempo para as coisas mais importantes.

O ciclo do tempo nos dá a oportunidade de recomeçar e no geral não aproveitamos, nem percebemos que essa oportunidade é pra valorizarmos as coisas mais simples da vida.

Esse ritmo que nós mesmos construímos, essa loucura de querer tudo e trabalhar parecendo que o mundo acaba a qualquer momento é o causador do famoso stress.

Temos toda a tecnologia para nos auxiliar e facilitar e mesmo com mais conforto pra trabalhar não temos o que???? TEMPO. O tempo se tornou artigo de luxo em nossas vidas.

Pára pra pensar: Tem quanto tempo que não curte as estrelas, que não lê pro seu filho, que não percebe o vento no rosto, que não faz uma surpresa pra quem você ama, que não visita alguém com dificuldade?

A mágica do tempo está em priorizar o mais importante em nossas vidas, as coisas mais simples e as que alimentam a alma.

Se conseguirmos cumprir as prioridades, teremos mais qualidade de vida, ficaremos mais felizes e vamos enxergar que a escassez do tempo nos faz refletir sobre a distância e se toda a correria faz sentido.

É questão de planejamento, de respeito com nós mesmos e de equilíbrio. Podemos ir rápido em alguns momentos, em outros ir mais tranqüilo e sem pressão!

Vamos tentar ter uma vida mais leve, com boas escolhas e sem a sensação de brevidade.

Escolhi um pedaço da poesia de Mário Quintana pra pensarmos um pouquinho sobre o assunto.

”Desta forma, eu digo:Não deixe de fazer algo que gosta devido à falta de tempo, a única falta que terá, será desse tempo que infelizmente não voltará mais.”

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Eu sei, mas não devia...


Achei nos meus arquivos esse texto de Marina Colasanti que é sempre tão atualizado. Leio e acho que ela escreveu ontem...vale a pena reler....

"Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia...

A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E, porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E, porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas.


E, porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.

A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora. A tomar o café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.

A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E, aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E, aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E, não acreditando nas negociações de paz, aceita ler todo dia da guerra, dos números, da longa duração.

A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisava tanto ser visto.

A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o de que necessita. E a lutar para ganhar o dinheiro com que pagar. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagar mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra.
A gente se acostuma a andar na rua e ver cartazes. A abrir as revistas e ver anúncios. A ligar a televisão e assistir a comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.

A gente se acostuma à poluição. Às salas fechadas de ar condicionado e cheiro de cigarro. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às bactérias da água potável. À contaminação da água do mar. À lenta morte dos rios. Se acostuma a não ouvir passarinho, a não ter galo de madrugada, a temer a hidrofobia dos cães, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta.

A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá. Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente molha só os pés e sua no resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana.

E se no fim de semana não há muito o que fazer a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem sempre sono atrasado.

A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se de faca e baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que, gasta de tanto acostumar, se perde de si mesma."

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Nossos artistas...

Fico orgulhosa de saber como aqui em Goiás, tem grandes artistas e grupos que pesquisam, se esforçam e sempre fazem um trabalho de qualidade e conceito.

Vai aí exemplos a serem seguidos que as próprias companhias me mandaram pra divulgar aqui.

Dá uma olhada nos trabalhos que o Grupo Zabriskie de Teatro está apresentando nesse mês (agosto) e setembro e a Quasar Cia de Dança também.
Zabriskie com o espetáculo Decameron que é maravilhoso e a Quasar viajando o mundo inteiro com o espetáculo Céu na Boca e ainda achando um tempinho pra fazer nos colégios aqui de Goiânia o projeto Quasar com Arte no Pátio.

Bacanéeerrimo!

http://www.zabriskie.com.br/ / www.zabriskie.bolgspot.com

www.quasarciadedanca.com.br
/ http://www.quasarciadedanca.blogspot.com/





terça-feira, 24 de agosto de 2010

De Cara Limpa!

Licenciado em Artes Cênicas - UFG, ator e diretor da Cia In Cena: Cristiano Mullins
1 - Mullins quando começou a "fazer arte"....huahuahua?

Desde criança rsrsrsr, mas quando descobri de fato qual o gênero de arte "teatro", foi quando assisti ao espetáculo Show do Apagador na decáda de 90 onde atuava meu irmão Daniel Mullins. Olhei para ele e pensei : É isso que quero! Estava decidido!
Tenho meu irmão como referência e carrego técnicas que me identifiquei. Essa liberdade de fazer humor como quem está na sala de casa.

2 - Qual papel mais gosta de representar em sua vida?

O que mais gosto eu não sei, mas o mais difícil é o próprio Cristiano Mullins que acabou se tornando um personagem aos olhos das pessoas, pelo comportamento excêntrico, mas não gosto de mentir.... então não tem jeito, acabo perdendo o eixo da personagem.

Infelizmente as pessoas também gostam da atuação na vida cotidiana. Na verdade o que gosto mesmo é do bom humor!

3 - Um ídolo..

Raul Cortez pelo talento e a vida dedicada à arte. E meu irmão Daniel Mullins pelo amor e por me introduzir o teatro.

4 - Qual seu refúgio?

1 ml de rivotril para dar um freio na ansiedade, KKKKKKKKKKK e a leitura.

5 - Está com espetáculo no forno?

Tenho atuado muito em intervenções performáticas, mas montagem teatral ainda está, vamos dizer “em meio a uma nova receita”.

6 - Quem ou o que você acha destaque na cultura em Goiás?

" Mauricinho" pela autenticidade em sua trajetória, Cici Pinheiro pela luta e resistência e todos aqueles que contribuem e possuem amor a Arte.

7 - Mullins por Mullins...

Um enigma ou um ícone? kkkkkkkkkkkkkkkk
Sou pura alegria, isso sim !!!!!!