segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Soldadinho de Chumbo

Pinheiro Produções Artísticas apresenta:
O musical Soldadinho de Chumbo
Musical goiano atinge público de 40 mil espectadores desde que a turnê nacional do musical infantil foi lançada em Salvador. “Até chegarmos a Goiânia, fizemos mais 100 apresentações da nova peça da Pinheiro Produções Artísticas (PPA)”, informa Luiz Roberto Pinheiro, criador da companhia teatral goiana.
Luiz Roberto explica que O Soldadinho de Chumbo foi apresentado em Salvador (BA), Brasília (DF) – recorde da temporada com publico aproximado de 22 mil pessoas em 64 apresentações – e João José do Rio Preto (SP). Em Goiânia, o musical terá duas sessões abertas ao público, nos dias 18 e 19 de setembro, sempre às 17 horas, e aproximadamente 25 apresentações no Projeto Escola.

Arrasou Luís !!!! Tenho muito orgulho...Elenco:

NILTON MOREIRA........................Soldadinho de Chumbo
ANNA CARLA RIBEIRO................Bailarina
ISADORA CASTRO........................Boneca e sra. Kimico
MIRELLE JAQUES..........................Dona Sorrizina e Galinha
JÚNIOR SARTINI...........................Dr. Felipe
CARLOZ MAGNO..........................Bruxo Chiceletes
JACK DIAS.....................................Sr.Hans Christian Andersen
GUILHERME DE PAULA………...Palhaço
DIEGO FREIRE…………………...Tartaruga e Aalegrino
CLÉSIO DANTAS...........................Robô
AMANDA TOLENTINO.................Índio Americano
LAILA GUNDIN..............................Cowboy Americano

Participação especial FILIPE BRAGANÇA (em áudio e foto) como Gabriel

Olha quantas pessoas envolvidas pra garantir um super espetáculo e sucesso....

Ficha técnica
Adaptação, concepção e direção: Luiz Roberto Pinheiro
Coreografia e direção de cenas: João Bragança
Música: Can Kanbay
Preparação de atores: Isadora Castro
Figurino: Ana Maria Mendonça
Alfaiates: Leonardo Minno e Jean Ruiter
Sapatos: Fabrício Guilherme
Make-up e cabelos: Amadeu Amaral e equipe
Cabeças e adereços: Jane Lemos
Cenários: Roberto Rodrigues
Fotografia: Clovis Alves
Direção de fotografias: João Bragança
Edição de Imagens: Liliane Bueno
Figurino, luminárias e perucas japonesas: Himya
Operador de Luz: Carlos Roberto
Operador de som, microfones e projeções: Victor Mullins
Animação gráfica e multimídia: Mandra Filmes
Edição, sonorização e cortes musicais : Álvaro Martins
Repertório da trilha: Luiz Roberto Pinheiro
Voz do carro: Jack Dias
Voz da Ratazana e bruxo / Bruno Peixoto
Ensaios de balé clássico: Cristiane Rezende
Chefia de Palco: Laila Gundim e Clésio Dantas
Maquinaria : Onofre Filho
Ferragens e objetos Cênicos: Charles Coelho
Secretaria executiva e financeira: Rose Bombom
Produção administrativa: Marques Matos
Produção-executiva da turnê: Teresa Sales, Heron Maia, Nivio Emilio,Mara Caetano e Kátia Gracielly

SERVIÇO:ONDE: Teatro Basileu França
ENDEREÇO: Avenida Universitária, 1750, Setor Universitário
Fone: (62) 3225 8886
DATA: 18 e 19 setembro /2010
HORÁRIO: 17 horas
ENTRADA: R$ 50,00 (inteira) e R$ 25,00 (estudante)
RECOMENDAÇÃO: A partir dos 03 anos de idade
DURAÇÃO: 60 minutos

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Dei o bolo em nós duas...

“Não tenho tempo pra ir ao cinema, não tenho tempo para os meus filhos, não tenho tempo pra ir ao teatro, não tenho tempo pra me cuidar, não tenho tempo pra ver meus amigos, não tenho tempo pra visitar minha família, não tenho tempo pra academia, não tenho tempo pra comer direito, não.....não.......não.......”são frases que sempre escutamos por aí.

O que fazer pra ter mais tempo? Tem alguma mágica? Realmente o tempo não volta!

Sei que esse é um assunto meio gasto, mas sempre atual. Achei interessante a frase de uma amiga que não pode me encontrar “perdão Claudinha, eu dei o bolo em nós duas”, ela explica porque disse assim, na realidade estava irritada por não conseguir se organizar pra encontrar com as pessoas, portanto o boicote foi em nós.

E tenho escutado essa reclamação de várias pessoas, não como uma desculpa, mas como um lamento.

Comecei a pensar nisso, também não estou conseguindo cumprir tudo que quero e o mais grave é não ter tempo para as coisas mais importantes.

O ciclo do tempo nos dá a oportunidade de recomeçar e no geral não aproveitamos, nem percebemos que essa oportunidade é pra valorizarmos as coisas mais simples da vida.

Esse ritmo que nós mesmos construímos, essa loucura de querer tudo e trabalhar parecendo que o mundo acaba a qualquer momento é o causador do famoso stress.

Temos toda a tecnologia para nos auxiliar e facilitar e mesmo com mais conforto pra trabalhar não temos o que???? TEMPO. O tempo se tornou artigo de luxo em nossas vidas.

Pára pra pensar: Tem quanto tempo que não curte as estrelas, que não lê pro seu filho, que não percebe o vento no rosto, que não faz uma surpresa pra quem você ama, que não visita alguém com dificuldade?

A mágica do tempo está em priorizar o mais importante em nossas vidas, as coisas mais simples e as que alimentam a alma.

Se conseguirmos cumprir as prioridades, teremos mais qualidade de vida, ficaremos mais felizes e vamos enxergar que a escassez do tempo nos faz refletir sobre a distância e se toda a correria faz sentido.

É questão de planejamento, de respeito com nós mesmos e de equilíbrio. Podemos ir rápido em alguns momentos, em outros ir mais tranqüilo e sem pressão!

Vamos tentar ter uma vida mais leve, com boas escolhas e sem a sensação de brevidade.

Escolhi um pedaço da poesia de Mário Quintana pra pensarmos um pouquinho sobre o assunto.

”Desta forma, eu digo:Não deixe de fazer algo que gosta devido à falta de tempo, a única falta que terá, será desse tempo que infelizmente não voltará mais.”

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Eu sei, mas não devia...


Achei nos meus arquivos esse texto de Marina Colasanti que é sempre tão atualizado. Leio e acho que ela escreveu ontem...vale a pena reler....

"Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia...

A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E, porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E, porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas.


E, porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.

A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora. A tomar o café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.

A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E, aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E, aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E, não acreditando nas negociações de paz, aceita ler todo dia da guerra, dos números, da longa duração.

A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisava tanto ser visto.

A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o de que necessita. E a lutar para ganhar o dinheiro com que pagar. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagar mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra.
A gente se acostuma a andar na rua e ver cartazes. A abrir as revistas e ver anúncios. A ligar a televisão e assistir a comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.

A gente se acostuma à poluição. Às salas fechadas de ar condicionado e cheiro de cigarro. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às bactérias da água potável. À contaminação da água do mar. À lenta morte dos rios. Se acostuma a não ouvir passarinho, a não ter galo de madrugada, a temer a hidrofobia dos cães, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta.

A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá. Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente molha só os pés e sua no resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana.

E se no fim de semana não há muito o que fazer a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem sempre sono atrasado.

A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se de faca e baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que, gasta de tanto acostumar, se perde de si mesma."

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Nossos artistas...

Fico orgulhosa de saber como aqui em Goiás, tem grandes artistas e grupos que pesquisam, se esforçam e sempre fazem um trabalho de qualidade e conceito.

Vai aí exemplos a serem seguidos que as próprias companhias me mandaram pra divulgar aqui.

Dá uma olhada nos trabalhos que o Grupo Zabriskie de Teatro está apresentando nesse mês (agosto) e setembro e a Quasar Cia de Dança também.
Zabriskie com o espetáculo Decameron que é maravilhoso e a Quasar viajando o mundo inteiro com o espetáculo Céu na Boca e ainda achando um tempinho pra fazer nos colégios aqui de Goiânia o projeto Quasar com Arte no Pátio.

Bacanéeerrimo!

http://www.zabriskie.com.br/ / www.zabriskie.bolgspot.com

www.quasarciadedanca.com.br
/ http://www.quasarciadedanca.blogspot.com/





terça-feira, 24 de agosto de 2010

De Cara Limpa!

Licenciado em Artes Cênicas - UFG, ator e diretor da Cia In Cena: Cristiano Mullins
1 - Mullins quando começou a "fazer arte"....huahuahua?

Desde criança rsrsrsr, mas quando descobri de fato qual o gênero de arte "teatro", foi quando assisti ao espetáculo Show do Apagador na decáda de 90 onde atuava meu irmão Daniel Mullins. Olhei para ele e pensei : É isso que quero! Estava decidido!
Tenho meu irmão como referência e carrego técnicas que me identifiquei. Essa liberdade de fazer humor como quem está na sala de casa.

2 - Qual papel mais gosta de representar em sua vida?

O que mais gosto eu não sei, mas o mais difícil é o próprio Cristiano Mullins que acabou se tornando um personagem aos olhos das pessoas, pelo comportamento excêntrico, mas não gosto de mentir.... então não tem jeito, acabo perdendo o eixo da personagem.

Infelizmente as pessoas também gostam da atuação na vida cotidiana. Na verdade o que gosto mesmo é do bom humor!

3 - Um ídolo..

Raul Cortez pelo talento e a vida dedicada à arte. E meu irmão Daniel Mullins pelo amor e por me introduzir o teatro.

4 - Qual seu refúgio?

1 ml de rivotril para dar um freio na ansiedade, KKKKKKKKKKK e a leitura.

5 - Está com espetáculo no forno?

Tenho atuado muito em intervenções performáticas, mas montagem teatral ainda está, vamos dizer “em meio a uma nova receita”.

6 - Quem ou o que você acha destaque na cultura em Goiás?

" Mauricinho" pela autenticidade em sua trajetória, Cici Pinheiro pela luta e resistência e todos aqueles que contribuem e possuem amor a Arte.

7 - Mullins por Mullins...

Um enigma ou um ícone? kkkkkkkkkkkkkkkk
Sou pura alegria, isso sim !!!!!!

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Cabaré Goiano

Continua a temporada de apresentações do Cabaré Goiano, espetáculo da Cia. Teatral Martim Cererê com direção de Marcos Fayad.

O  grupo de atores retornou ao palco depois de 18 anos e a montagem se divide em 22 esquetes com atores de primeiro time que não esperam você descansar de um esquete para o outro é divertidíssimo.
Ainda tem o conforto de poder chegar antes no teatro e se acomodar em um ambiente todo preparado com mesas e saborear petiscos e cervejinhas antes do início do espetáculo. As portas do teatro estão abertas à partir das 20hs.

O Cabaré Goiano foi uma das mais bem sucedidas produções da Cia Teatral Martim Cererê nos anos 1980/1990.

Recomendo. Eu adoro quinta-feira e agora temos uma opção bacana pra rir e descontrair !
O espetáculo ficará em cartaz até 16 de setembro.

Ficha Técnica:
Espetáculo: Cabaré Goiano
Roteiro e direção: Marcos Fayad
Elenco: Cia. Teatral Martim Cererê (Adriana Veloso, Newton Murce, Marcus Gouveia, Denise Rocha, Lenita Caetano, Klever Alves, Neto Mahnic, Gleik Lino, Débora di Sá, Jorge Cosmo, Ketely Aquino, Thamiles Alencar e Mágico Nenê em participação especial)
Produção: Agência Goiana de Cultura (Agepel), Lojas Novo Mundo e Cia. Teatral Martim Cererê (www.ciateatralmartimcerere.com.br)
Data: Toda quinta-feira às 21hs
Local: Centro Cultural Martim Cererê
Ingressos: R$30 (inteira) e R$15 (meia) - (62) 8462-5544 / 8102-9977
Classificação etária: 18 anos
Foto Vagner Rosafa

terça-feira, 17 de agosto de 2010

vaidade feminina

Semana passada conversava com algumas amigas e a reclamação era a mesma, todas se achando gordinhas, sofrendo com a dieta e tendo que levantar suuuuuper cedo pra malhar, porque durante o dia ficaria impossível conciliar trabalho, estudo, família e academia.

A nossa conversa girava em torno das angústias do cabelo rebelde, das “famosas gordurinhas”, da celulite enfim... daí um amigo ouviu a conversa e disse que tudo isso é uma grande besteira, “os homens gostam das mulheres que se cuidam, mas que são naturais”.A gente sabe disso caro colega, só que as revistas, a TV e todo o marketing em torno de nós mulheres diz o contrário e isso aflige mesmo. Como lidar com isso? Jogar tudo pra cima e resolver os problemas comendo uma barra de chocolate?

Algumas mulheres chegam ao exagero de fazer várias cirurgias pra tentar a felicidade através do corpo perfeito. Conforme a personalidade da mulher a vaidade só cresce.

Tentar ter o equilíbrio entre se cuidar e não exagerar é o que tento expor aqui e falar sobre esse assunto é um desafio.

Não existe fórmula mágica, mas podemos esforçar com uma boa alimentação, fazendo exercícios, trabalhando no que curte e aproveitando os bons momentos da vida. O bacana é que cada vez mais as mulheres preocupam com o envelhecer e pra suprir esse medo as mulheres estão cuidando do corpo e da mente, que é o mais importante.

A felicidade está nos momentos “errados” saindo com as amigas pra ir ao cinema e comer um monte de besteiras, tomar um delicioso vinho com o namorado esperando a massa com molho quatro queijos ficar pronta, sem sentir culpa por isso. E lógico que a pele ficará bonita com esses prazeres.

É descobrir o limite pra não exagerar nem no cuidar nem no descuido. O culto a beleza eterna, ao perfeito se tornou rotina na vida dos famosos e agora veio dos próprios artistas o incômodo de ficar com a imagem alterada, com isso a idéia de lançarem a campanha contra a manipulação da imagem.

É um assunto polêmico, mas que causa no mínimo curiosidade por saber que a procura pelo natural vem por diversas pessoas.

Então amigas, vamos acordar sabendo dos nossos pontos fortes e fracos e que a perfeição não existe, o mais importante é estar saudável e bem com você mesma!